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NUM.IS

Compatibilidade Numerológica

Esta página compara duas datas de nascimento: cada uma é reduzida ao seu Caminho de Vida, e os dois números lidos juntos formam um par que tem um número comum próprio.

Primeira data de nascimento
Segunda data de nascimento

Duas datas. Sem hora de nascimento, sem nome, sem cadastro.

Todos os 45 pares

Cada par não ordenado de números de Caminho de Vida tem sua própria página. Escolha os dois números, em qualquer ordem.

Duas datas, dois Caminhos de Vida

A conta tem duas etapas. Primeiro cada data vira um Caminho de Vida pela redução habitual — a mesma operação da calculadora individual, executada duas vezes. Depois os dois resultados ficam lado a lado. Nada mais entra: nem hora, nem cidade, nem nome de qualquer um dos dois.

A ordem das datas não muda coisa alguma. Três com sete é o mesmo par que sete com três, e por isso as combinações possíveis dos números de 1 a 9 são 45, e não 81. Quem digitou primeiro, quem é mais velho, quem puxou o assunto — nada disso entra na conta nem na leitura do par.

O número comum e os nove números

Há ainda um terceiro valor, que não pertence a nenhuma das duas pessoas: o número comum. Ele sai da soma dos dois números pelos quais o par é lido, reduzida a uma casa. Três e sete somam dez, e dez vira um; quatro e oito somam doze, que vira três. É o único número da tela que descreve a dupla em vez de cada um.

Os números mestres merecem uma ressalva. Numa leitura individual, boa parte da tradição mantém 11, 22 e 33 sem reduzir. Na leitura de par eles entram por 2, 4 e 6, porque essa leitura foi montada sobre nove números — convenção, não descoberta. A calculadora mostra as duas formas: o número que a sua data produziu e aquele pelo qual o par é lido.

Nenhuma porcentagem de compatibilidade

Não existe aqui um placar de 85%. Uma porcentagem teria de sair de alguma medição, e medição não há: há uma soma de algarismos e uma leitura tradicional associada ao resultado dela. O número percentual apenas empresta ao cálculo uma aparência de instrumento que ele não tem.

A descrição da combinação oferece outra coisa: o que esse encontro de números costuma sustentar e aquilo em que costuma tropeçar. Entre praticantes há divergência sobre por onde começar — uns leem o par pelo contraste entre os dois Caminhos de Vida, outros partem do número comum e tratam os valores individuais como pano de fundo.

Serve para qualquer vínculo — e até onde ele vai

O cálculo não distingue tipo de vínculo. Duas datas são duas datas, sejam de um casal, de dois sócios, de irmãos ou de mãe e filha. Quem lê decide em que contexto a descrição faz sentido: a mesma frase sobre pressa e cautela serve numa cozinha e numa reunião de trabalho.

O limite é fácil de dizer. Uma data de nascimento não sabe nada da história de duas pessoas — quem cedeu da última vez, o que foi dito em voz alta, o que ficou por dizer. Ler o par como uma lista de assuntos a conversar aproveita o que o método tem; esperar dele um veredito sobre a relação, não.

Perguntas frequentes

Dá para saber pela data de nascimento se duas pessoas combinam?
Dá para descrever como dois temperamentos tendem a se mover juntos: o que costuma vir sem esforço nessa combinação e o que exige acordo explícito. Quem responde pela relação são as duas pessoas, e nenhuma conta assume esse papel no lugar delas.
E se os dois tiverem o mesmo Caminho de Vida?
A leitura tradicional para números iguais fala de entendimento rápido e de pontos cegos coincidentes: os dois enxergam bem as mesmas coisas e deixam de enxergar as mesmas outras. Falta o segundo ângulo sobre um problema comum. O cálculo aceita datas que caem no mesmo número sem nenhum tratamento especial.
O que é o número comum que aparece no resultado?
É a soma dos dois números pelos quais o par é lido, reduzida a uma casa só. Ele não descreve nenhum dos dois separadamente, e sim o que a dupla forma junta. Pares diferentes podem cair no mesmo número comum sem que as leituras coincidam.
Como ficam 11, 22 e 33 numa leitura de par?
A calculadora exibe o número mestre como ele saiu da sua data e informa por qual número o par é lido: 11 por 2, 22 por 4, 33 por 6. A leitura de par trabalha com nove números, então a redução acontece. Ela vem escrita no resultado, em vez de acontecer sem aviso.
Onde fica o texto escrito sobre o meu par?
Cada uma das 45 combinações tem a sua própria página em português, com o que aquele encontro de números costuma sustentar e onde costuma tropeçar. Elas saem algumas por dia, então uma parte ainda está por publicar: se a do seu par não abrir, os dois Caminhos de Vida e o número comum já aparecem no resultado aqui.
Isto é o mesmo que a compatibilidade na matriz do destino?
Não. Aqui a comparação é entre dois Caminhos de Vida, um valor por pessoa. O esquema de par da matriz do destino monta uma figura própria para a dupla, com outras posições e outra aritmética. São métodos distintos, e um não confirma nem substitui o outro.

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