Compatibilidade de Nomes
A compatibilidade de nomes mostra o quanto duas pessoas se apresentam ao mundo de maneiras diferentes — a tradição lê isso na distância entre os dois números de expressão. Cada nome é somado letra a letra e reduzido a uma casa só, e depois se olha a que distância os dois valores ficaram um do outro. Digite dois nomes — a calculadora mostra os dois números, a conta letra por letra e o que a tradição lê nessa distância. Porcentagem de compatibilidade não existe aqui, e o motivo está explicado abaixo.
Como sai o número de um nome
Cada letra vale um algarismo de 1 a 9 pela posição no alfabeto: A é 1, B é 2, e a contagem recomeça, de modo que a décima letra volta a valer 1. As letras do nome são somadas e o total desce a uma casa. «Ana» dá 1+5+1 = 7. «Lucas» dá 3+3+3+1+1 = 11, e 11 vira 2. Esse é o número de expressão, aquele que no dia a dia se chama número do nome.
O que conta é o nome escrito, e não o que está na certidão. O método é assim de propósito: «Antônio» e «Tonho» dão números diferentes, e isso é propriedade e não defeito — a tradição lê a forma pela qual a pessoa é chamada. Por isso faz sentido contar a forma usada na vida e, se der vontade, contar as duas e olhar a diferença.
Acentos e cedilha saem antes da conta, então «José» e «Jose» dão o mesmo valor e «Conceição» conta como CONCEICAO. Sem esse passo as letras com sinal cairiam da soma caladas, e o resultado sairia torto sem nenhum aviso na tela.
Sobrenome, nome de casada e o que entra na soma
A conta considera exatamente o que você digitou. Escrever nome e sobrenome juntos é uma variante legítima, e a soma passa a correr por todas as letras. Aqui a diferença pesa mais do que em outros lugares: o nome completo brasileiro costuma trazer o sobrenome da mãe e o do pai, de modo que «Ana» e «Ana Ribeiro Costa» ficam bem longe uma da outra.
A prática se divide neste ponto: parte das fontes usa só o primeiro nome, parte usa o nome completo, e quem casou e mudou de sobrenome tem ainda uma terceira forma. Nenhuma é a certa. Contar mais de uma e ver o que muda rende mais do que procurar a versão oficial, que o método não fornece.
Por que a distância é medida num círculo
A tradição coloca os nove valores num círculo, e não numa fila, então o nove e o um são vizinhos em vez de opostos. Por isso a distância aqui não é subtração: entre 9 e 1 existe um passo, e não oito. O maior afastamento possível é de quatro passos.
Daí saem três estados, e são todos os que o método distingue: coincidência (nenhum passo), proximidade (um ou dois) e afastamento (três ou quatro). Não há gradação mais fina, e é exatamente aí que mora a diferença entre uma descrição e uma régua.
Por que não mostramos porcentagem de compatibilidade
Quase toda calculadora de nomes exibe uma porcentagem: 87%, 64%, 92%. Nenhuma descrição do método traz essa régua — ela foi acrescentada por cima, porque uma porcentagem tem cara de resposta e é agradável de receber. Aqui não fazemos isso: os números dão coincidência, proximidade ou afastamento, e esticar três estados numa escala de cem pontos é vender uma precisão que a tradição não tem.
Vale dizer também o que esta conta não faz. Ela não descreve como uma relação vai andar, não dá nota a um casal e não serve de base para decisão nenhuma sobre ele. O afastamento a tradição não lê como briga: dois jeitos diferentes de tocar a mesma coisa se completam com mais frequência do que atrapalham.
Um número entre três, e onde estão os outros dois
Um nome carrega três números neste método, e não um: a expressão sai de todas as letras, o impulso da alma sai das vogais e a personalidade sai das consoantes. Aqui só o primeiro é comparado, e isso é decisão e não descuido: é o que o mercado chama de número do nome, e é o que se reproduz sem ambiguidade.
Os outros dois seguem regras próprias — em particular o Y, que funciona como vogal em algumas posições e como consoante em outras. Reproduzir isso por um segundo caminho acabaria colocando esta página em desacordo com a nossa própria página de numerologia do nome. A leitura completa dos três vive lá, e o link fica logo abaixo do resultado.
Perguntas frequentes
- Como calcular a compatibilidade de nomes pela numerologia?
- Some as letras de cada nome pela tabela do alfabeto (A é 1, B é 2, e recomeçando a cada nove), reduza cada total a uma casa e compare os dois valores. A distância se mede num círculo de nove, e não por subtração, porque o nove e o um ficam lado a lado. A calculadora acima faz isso e mostra a conta letra por letra, para que o resultado possa ser conferido na mão.
- Por que vocês não mostram porcentagem de compatibilidade?
- Porque ela não existe no método. As porcentagens de outros sites foram acrescentadas por cima da conta: os números dão três estados — coincidência, proximidade e afastamento — e uma escala de cem pontos inventa uma precisão que a tradição não oferece. Preferimos dizer isso do que imprimir um número redondo sem nada atrás.
- Uso o nome completo ou o apelido pelo qual me chamam?
- O nome pelo qual chamam. O método lê o nome escrito, então «Antônio» e «Tonho» dão valores diferentes — propriedade, e não erro. Se der curiosidade, conte as duas formas e olhe a diferença você mesmo; a calculadora não limita o número de tentativas nem cobra por elas.
- Afastamento entre os números quer dizer que o casal não combina?
- Não, e a tradição diz isso de forma direta. O afastamento é lido como maneiras diferentes de agir, e não como briga: dois jeitos de tocar a mesma coisa se completam mais vezes do que atrapalham. Nenhuma combinação de valores é veredito, e nenhuma serve de base para decisão sobre uma relação.
- Qual a diferença para a compatibilidade por data de nascimento?
- São contas diferentes sobre dados diferentes. A compatibilidade por datas calcula os caminhos de vida de duas pessoas e lê o casal por eles; aqui se contam as letras dos nomes. As duas vivem na tradição e respondem a perguntas vizinhas sem substituir uma à outra, e é por isso que mantemos duas páginas separadas.
- O sobrenome entra na conta?
- Entra exatamente o que você digitar. Escrevendo nome e sobrenome juntos, o valor sai de todas as letras de uma vez, e isso é uma variante legítima do cálculo. A prática se divide: umas fontes tomam só o primeiro nome, outras o nome completo, que no Brasil costuma trazer dois sobrenomes. Contar as duas formas é mais razoável do que caçar a certa.
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